do Brasil para a Thailândia

Como alguns já sabem, parto hoje para a Thailândia, a fim de participar de um congresso da Associação Internacional de Universidades e Instituições Buddhistas a ser realizada entre 13 e 16 de setembro. Centenas de líderes buddhistas, reitores, chefes de departamento, professores da área de línguas orientais e estudos buddhistas estarão presentes. A idéia por trás do congresso é prover uma oportunidade para o aprendizado e troca de informações e experiências de vida na área da educação buddhista. Encabeçando tal iniciativa está o Ven. Prof. Dr. Phra Dharmakosajarn, Reitor da Mahachulalongkornrajavidyalaya University, uma das mais importantes universidades buddhistas do mundo. A tradição buddhista é extremamente rica e pode ser algo de grande benefício que líderes buddhistas das mais variadas tradições possam se sentar para melhor entender as abordagens regionais e internacionais de suas instituições. O congresso é bastante específico, focando nas estratégias, experiências, dificuldades e possíveis cooperações entre instituições buddhistas.

Este será o primeiro Encontro de Cúpula da Associação, que contará com um número estimado de 600 buddhistas acadêmicos e estudiosos internacionais e 1900 da Thailândia. No momento, 69 deles apresentarão trabalhos ao vivo e serei um deles; abordarei as relações professor-aluno nas tradições buddhista, hindu, cristã e grega e a relevância disso na educação moderna. No congresso queremos aprender uns com os outros, estabelecer uma rede de cooperação regional e internacional, bem como compartilhar experiências.

Além da Mahachulalongkornrajavidyalaya, algumas das grandes universidades buddhistas também estarão representadas, como a Nava Nalanda Mahavihara da Índia, a Academia Buddhista Chinesa de Beijing, a Koyasan do Japão, a Universidade Buddhista Vietnamita, a ITBMU e a Academia Sitagu da Birmânia, a Universidade Joong-Ang Sangha da Coréia, o Instituto Central de Altos Estudos Tibetanos da Índia, a Universidade de Kelanya do Sri Lanka, a Naropa dos EUA, e muitas outras.

Os leitores das Folhas poderão acompanhar, na medida do possível e da disponibilidade de tempo e acesso de internet, um pouco desse evento. Com isso, apesar de vocês não poderem estar lá, poderão saber um pouco do que estará ocorrendo.

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