Quando você pensava que eu não estava vendo

Uma mensagem que todo adulto deveria ler, pois os filhos o observam, e fazem o que você faz, e não o que você diz.

Quando você pensava que eu não estava vendo

paiQuando você pensava que eu não estava vendo, eu o vi pendurando minha primeira pintura na geladeira, e imediatamente desejei pintar uma outra.

Quando você pensava que eu não estava vendo, eu o vi alimentar um gato da rua e aprendi que era bom ser gentil com os animais.

Quando você pensava que eu não estava vendo, eu o vi fazer meu bolo favorito e aprendi que as pequenas coisas podem ser coisas especiais na vida.

 

Quando você pensava que eu não estava vendo, eu o ouvi dizendo uma oração, e soube que havia um deus com o qual poderia sempre conversar e aprendi a confiar nele.

Quando você pensava que eu não estava vendo, eu o vi preparando uma refeição e levar a um amigo doente, e aprendi que todos devemos cuidar uns dos outros.

Quando você pensava que eu não estava vendo, e o vi gastar seu tempo e dinheiro para ajudar pessoas que nada tinham, e aprendi que aqueles que têm algo deveriam dar àqueles que nada têm.

Quando você pensava que eu não estava vendo, eu o vi cuidar de nossa casa e de todos que lá moravam, e aprendi que se deve cuidar do que é dado.

Quando você pensava que eu não estava vendo, eu vi como você lidava com as responsabilidades, mesmo quando não se sentia bem, e aprendi que deveria ser responsável quando crescesse.

Quando você pensava que eu não estava vendo, eu vi lágrimas em seus olhos, e aprendi que algumas coisas ferem, mas que estava tudo bem chorar.

Quando você pensava que eu não estava vendo, eu vi que você se importava, e quis ser tudo que eu poderia ser.

Quando você pensava que eu não estava vendo eu aprendi a maior parte das lições da vida que eu precisava conhecer para ser uma pessoa boa e produtiva quando crescesse.

Quando você pensava que eu não estava vendo, eu olhei para você e quis dizer: “Obrigado por todas as coisas que vi quando você pensava que eu não estava vendo”.

por Mary Rita Schilke Korzan
tradução Ricardo Sasaki