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As coisas mudam, rapaz!

Todos já ouviram falar que um dos ensinamentos básicos do Buddhismo é a mudança contínua por qual todas as coisas passam. Eis um pouco mais o que fala o professor de Dharma Godwin:

Antes de o Príncipe Siddhartha tornar-se um Buddha, uma das coisas com as quais ele se deparou foi o fato da morte, velhice e doença. Quando ele as encontrou, surgiu a necessidade dele encontrar uma maneira de sair de tais coisas. A morte e a impermanência são muito importantes em nossas vidas, embora às vezes não fiquemos muito felizes em vê-las porque a mudança, ou a impermanência, pode ser uma fonte de frustração. Podemos estar muito atentos em uma sessão de meditação e, quem sabe, nos darmos um ponto positivo por isso; mas na próxima sessão não estamos atentos, não estamos presentes, e nos damos um grande menos. Esse tipo de sofrimento pode surgir de tal comparação.

Mas, se tudo fosse permanente, como poderia uma flor crescer? Como poderia o sol nascer? Como eu poderia falar? Como eu poderia ficar em silêncio? Mudanças que não nos criam sofrimento não têm problema. Mas mudanças como morte, como doença, como idade avançada, como o rompimento de uma relação, causam-nos sofrimento. E ainda assim essas coisas podem ser vistas igualmente como mudança. Por exemplo, quando você tem um relacionamento e, repentinamente, a outra pessoa o deixa, ou faz algo que o decepciona, você esquece o fato disso ser uma mudança, e você quer que aquela pessoa viva de acordo com a imagem fixa que você tem dela“.

Nosso agradecimento a Marílis T. por atender ao convite para traduzi-lo.

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