No Caminho de Jaipur

No Caminho de Jaipur
08.01.2011

Relato da Pátchima:

Deixamos Agra pela manhã e paramos no caminho para visitar Fatephur Sikri, chamada de cidade fantasma. Incrível! Toda uma cidade em estilo indo-islâmico e quase que completamente preservada.

Ela foi abandonada 14 anos após ser construída pelo Imperador Akbar, no sec. XVII , por falta d’água. Toda em arenito vermelho. Um labirinto! Quando menos se esperava uma porta se abria para jardins internos, praças, uma delícia de passeio.

Nosso destino agora é Jaipur, capital do Rajastão. Tivemos um almoço delicioso num restaurante na beira da estrada. Aqui, diferente de Agra ou Rajgir, há sol e céu azul. O restaurante tinha mesas sobre um gramado que parecia um tapete verde. Parecia que estávamos em um piquenique. Foi ótimo e muito agradável.

Ainda deu tempo de passarmos num lugar chamado Chandbaori, onde há um poço de quase 20 metros de altura. Mas não é qualquer poço. Lá o rei se banhava. O estilo de construção deste poço é completamente diferente. Escadas formando um desenho geométrico vão se entrelaçando formando um visual inusitado. Lindíssimo.

Lá pelas 19h chegamos em Jaipur. Cidade com 3 milhões de habitantes. É chamada de cidade rosa porque em 1876 o governante da época mandou pintá-la nessa cor por ocasião da visita do Príncipe de Gales. E desde então pinta-se regularmente de rosa a parte histórica da cidade. Jaipur é a primeira cidade planejada da Índia. Amanhã dia de massagem e livre para fazer o que quiser.

Cf. também o relato da Rosana sobre esse dia!

dhanapala

Este é o blog pessoal de Ricardo Sasaki (Dhanapala), psicoterapeuta, palestrante e professor autorizado na tradição buddhista theravada e mahayana, tradutor, autor e editor de vários livros, com um grande interesse na promoção e desenvolvimento de meios hábeis que colaborem na diminuição real do sofrimento dos seres, principalmente aqueles inspirados nos ensinamentos do Buddha. Dirige o Centro de Estudos Buddhistas Nalanda e escreve no blog Folhas no Caminho. É também um dos professores do Numi - Núcleo de Mindfulness para o qual escreve regularmente. Para perguntas sobre o buddhismo, estudos em grupo e sugestões para esta coluna, pode ser contactado aqui.