Pátchima no Oriente 1

Sempre bom ver uma chegada ao Oriente pela primeira vez:

Pátchima no Oriente

Para mim, quase inacreditavel o tanto que o aviao sobrevoou desde SP. Voces fazem ideia????? E muita coisa gente. Nao é possivel descrever a emoçao que senti quando o aviao pousou no aeroporto de Bangkok. Uma mistura de alegria e mais alegria por esta oportunidade que a vida ofereceu. Por todos os caminhos que me trouxeram até aqui.


E Bangkok é quente, mas muito quente mesmo. Aqui é chinelo de dedo, bermuda e camisa sem manga. O aeroporto é muito bonito, todo em estrutura metalica e vidros. Taxis para todo tipo de gente. O prof. como é do tipo esperto sabia por onde escapar das armadilhas para turista. E dá-lhe calor!


Entre a saida do aeroporto e a entrada no taxi já estava melada. Primeira dificuldade: eles dirigem na mao inglesa. Nunca tem ninguém sentado dirigindo no lado certo (pra nós), eles estao no outro lado. Segunda dificuldade: o hábito de olhar pro lado errado (aqui) qdo atravesso a rua. E tem que ir atravessando em meio aos carros!


As ruas principais sao grandes e tem muito movimento. As ruas secundarias, laterais, perpendiculares, diagonais, etc. sao estreitas, as vezes quase uma passagem. No comércio em geral tem ar condicionado. Nem que a gente nao tenha nada pra comprar o negocio é entrar, refrescar e sair pro mormaco novamente. Almocamos num restaurante vegetariano tailandes. Estreei a chegada na Tailandia comendo um Pad Thai. Bom demais. Vegetais cozidos com macarrao de arroz e molho de amendoim. Se tinha pimenta? Sim, claro. Otima refeicao.


Final da tarde, depois que o sol dá um tempo…caminhada por um lugar incrível! Ouvi muitas linguas. Gente andando pra lá e pra cá, mas muita mesmo, os mais diferentes tipos, hippies saidos do tunel do tempo, cheiros, muuuuuuitos cheiros, comida de todo o tipo e jeito, feita na hora, comércio ambulante com oferta do que voce imaginar, inclusive carteiras de identidade, de motorista, graduacao em Cambridge e o que voce imaginar. Roupa, cds, chápeus, arte, bugigangas mil, sinos maravilhosos. Tudo isso FERVENDO num espaco relativamente pequeno. A vontade é de sair experimentando, tocando, tudo o que atrai. Os olhos nao dao conta! Uma experiencia e tanto. Nao bastasse essa orgia visual, fomos jantar num restaurante indiano por ali. Confiando no guia encarei um prato chamado Dosa que segundo ele, foi servido com selo de qualidade indiana. Já ouviram falar de pimenta? Pois entao….aquilo era o próprio fogo. Graças que havia um lassi de banana (divino) que me salvou de virar cinza! Estava tudo uma delicia. Hora de descansar. Sabe lá o que vem por ai….

© fotos, Dhanapala 2009

dhanapala

Este é o blog pessoal de Ricardo Sasaki (Dhanapala), psicoterapeuta, palestrante e professor autorizado na tradição buddhista theravada e mahayana, tradutor, autor e editor de vários livros, com um grande interesse na promoção e desenvolvimento de meios hábeis que colaborem na diminuição real do sofrimento dos seres, principalmente aqueles inspirados nos ensinamentos do Buddha. Dirige o Centro de Estudos Buddhistas Nalanda e escreve no blog Folhas no Caminho. É também um dos professores do Numi - Núcleo de Mindfulness para o qual escreve regularmente. Para perguntas sobre o buddhismo, estudos em grupo e sugestões para esta coluna, pode ser contactado aqui.

7 Comments

  1. Oi Mudita!
    Sejam felizes e cheios de realização na terra do país livre.
    Grande abço,
    Josane

  2. Obrigada por compartilhar tantas cores, sabores e cheiros da Thailândia!
    Um abraço aos viajantes!
    Cris

  3. Adoro Pad Thai… ah! e cuidado quando for dirigir para não dar seta e ligar o limpador de para-brisas.

    Fernando

  4. A Pratica da plena atenção…(nos cheiros e sabores)…
    Boa estadia
    Fátima C

  5. Conseguiu convencê-la a publicar no blog heim!!!
    Abração para vocês.

Comments are closed.