demandas sofrimento

Você não se cansa de exigir tanto da vida e de você?

Você não se cansa de exigir tanto da vida e de você?

Nesta semana o ensinamento do prof. de dharma Godwin Samararatne, traduzido pela equipe de tradução do Centro Buddhista Nalanda, é sobre nossas exigências. Você não se cansa de exigir tanto da vida e de você?

É engraçado como demandamos da vida, como demandamos de nós mesmos, como demandamos dos outros. Naturalmente, vocês não poderão suprir todas as demandas que fazem a vocês mesmos, e naturalmente os outros não conseguirão suprir as demandas que fazemos a eles e, novamente, a vida naturalmente não proverá todas as demandas que são feitas a ela.

Aqui vemos de maneira bastante simples e direta como criamos nosso próprio sofrimento. Sem perceber, criamos nossos próprios problemas pela forma como fazemos essas demandas, sem nunca colocarmos o seguinte questionamento: “Quão realistas são as minhas demandas?”.

Quando vemos alguém se comportando de uma maneira que pensamos que a pessoa não deveria se comportar, tomamos por certo que a pessoa está agindo com total responsabilidade e que sabe o que está fazendo. Isso é apenas credulidade de nossa parte. A outra pessoa pode não estar sabendo por que está se comportando daquela maneira. Frequentemente, nós mesmos não sabemos por que agimos de certo modo. Entretanto, acreditamos que os outros sempre sabem o que estão fazendo.Quando nos surge tal situação, em vez de imediatamente atribuirmos um “mais” ou um “menos” à outra pessoa, em vez de ficarmos zangados e reagirmos para com o outro, podemos dialogar para entender porque a outra pessoa reage daquela maneira particular. Se pudermos fazer isso em tais situações, estaremos a ser verdadeiramente úteis para ela. Talvez pela primeira vez o outro se sinta encorajado a refletir no que está a fazer. Em relação à nossa própria ação, em vez de se atribuir um “menos”, tente ter um diálogo consigo próprio sobre porque se está a comportar de uma maneira particular. Essa é uma importante capacidade que temos que aprender nos relacionamentos”.

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