Ser buddhista na sociedade contemporânea

Para mim, uma vida buddhista significativa neste mundo contemporâneo precisa ser baseada na aplicação da sabedoria e da compaixão tanto para o trabalho interior como para o trabalho exterior. Se você trabalha apenas para a mudança interior, você enfatiza apenas vipassanā e mantem seus preceitos pessoais, e escapa da responsabilidade social e evita todo o sofrimento ao seu redor. Sua meditação sobre a amorosidade e a compaixão pode ser falsa. Se você trabalha apenas para a mudança social, você escapa da responsabilidade de lidar com os aspectos negativos e do cultivo positivo da consciência que fazem parte da consciência coletiva. O trabalho externo e interno complementam um ao outro para uma sociedade mais saudável e um indivíduo mais esclarecido.

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Sobre o buddhismo e a pessoa negra

Valerie Brown está posicionada no cruzamento de duas tradições que podem ser muito úteis para nós agora. Ela é uma mulher negra que está envolvida no trabalho de justiça racial, e ela é uma professora buddhista que mostra às pessoas como usar a consciência plena (mindfulness, vigilância) para navegar pelos desafios da vida — desafios como, digamos, uma pandemia, um enorme colapso econômico, a injustiça racial e a agitação social.

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Deixe a água fluir naturalmente – cultivando a aceitação e reduzindo o preconceito

No contexto do preconceito histórico contra a homossexualidade, a filosofia taoísta talvez veria a fixação da sociedade em impor a heteronormatividade como um desserviço ao complexo fenômeno da sexualidade humana. É como permitir que a água flua por seu curso natural; por que não deixar as pessoas simplesmente amarem? Por isso, entende-se o ato de amar, cuidar e fazer as coisas que seriam associadas ao amor em um relacionamento adulto mutuamente consentido.

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